II. (na praça havia um pássaro)

À chegada recebe-nos uma praça, cuja amplitude sublinha a força vertical do edifício que nos ladeia. A praça é o vazio compositivo onde cabe o ar que faz respirar o dorso do animal arquitectónico. Certo dia, nesta praça, somos recebidos por música. Outros dias apenas o silencio do nevoeiro frio que se deita na paisagem bucólica e envolve o objecto/corpo em densidade mística. Nas manhãs, os pássaros que poisam lá no alto dos cilindros verticais. É lá que ansiamos chegar. Ao topo revelador da paisagem, como vigias guardiões do território envolvente.

II. (there was a bird in the square)

Upon arrival you are embraced by a square, whose breadth underscores the vertical force of the building that borders on us. The square is the compositional void where the air fills the breath of the architectonic animal. One day, in this square, we are welcomed by music. Other days only the silence of the cold fog that lies in the bucolic landscape and wraps the object/body in mystical density. In the mornings, the birds stand high in the vertical cylinders. That’s where we long to get. To the revealing top, like watchmen guardians of the surroundings.


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